Sorria.. assim você vai olhar, um dia, para as rugas que seus sorrisos deixaram em você e vai pensar com alegria em cada uma delas..
Você não pode fugir da velhice.. ela vai chegar, e, se deus quiser, vai durar muito tempo...
pois, afinal, quanto mais tempo velhos, mais tempo vivos!
Todos os dias encare a vida como se fosse um novo desafio.. não fique pensando nada sobre as coisas negativas... assim, elas acontecerão.. lute por seus sonhos, por mais impossíveis que eles pareçam, mas lute mesmo!
e nada de ficar se achando a última pessoa do mundo se não conseguir, pois, se lutou, já é uma vitória e há sempre uma segunda chance... e mesmo que não tenha.. a vida continua..
Celebre os amores perdidos...um dia você ainda vai ter saudade das nóias de amor não correspondido.. Sinta cada nova paixão como se esta fosse a última, a mais forte! Mas cuide de seus amigos.. não vale à pena jogar eles fora por algo que talvez nem exista mais daqui a algum tempo..
Cuide da sua família.. por menor que ela seja.. pois é o que vai te segurar quando tudo estiver mal...
Se revolte, também.. é bom extravasar a raiva.. principalmente quando um mosquito filho da puta está te picando!
Viva o verão, mas também viva o inverno.. você também vai sentir falta dele...
tenha seus amores platônicos.. um dia eles passam, se não deixarem de ser platônicos..
seja feliz, acima de tudo.. sorria a cada novo dia que passa.. sorria a cada momento de alegria que tiver..
Ame. Sinta. Odeie. Sorria. Dê o melhor de si...
pois este ano, pode ser o ultimo!
ou o primeiro de uma nova era!
ALEGRIA!
(encontrado em uma pasta abandonada do meu computador.. ex perfil do meu orkut)
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Eu quero morrer vivendo - 11 /10/2007 - 14:51
Eu quero morrer vivendo.
Eu quero morrer achando que um sorriso cura todas as mágoas, e que escrever um texto organiza o cérebro.
Eu quero morrer tentando escrever um diário e nunca conseguindo escrever mais de três páginas.
Eu quero morrer pintando meu cabelo e dançando nas festas..
Eu quero morrer olhando para um dia de sol e pensando.. valeu a pena
Quero morrer quando tiver esse direito.
Eu quero morrer lutando comigo mesma pra fazer um regime decente e fazendo abdominais pra perder a barriga.
Eu quero morrer com um a abertura completa, e um mataborão dos deuses.
Eu quero morrer maquiada, pois não há modo mais feliz que morrer como um clown
Quero morrer cantando represent cuba e accidentally in Love no meio da casa perdidamente desafinada.
Quero morrer com meus problemas, achando que um choro vai aliviar a angústia e a depressão.
Quer morrer olhando o jardim e me sentindo feliz com apenas isso.
Quero morrer com uma irmã do lado cantando feito um rádio sem bateria e a outra imitando o personagem toy, inventado, claro.
Quero morrer ouvindo o Volnei cantar accidentally no auditório, e o Jeff tocando baixo ou violão, tanto faz, desde que ele esteja tocando.
Quero morrer com as novidades do Mauricio
Com as histórias da Ana
Com a vida fantasiosa levada com as pejotas e com as caminhadas pela cohaduque com a Isadora.
Quero morrer ouvindo minha mãe contar histórias e meu pai vendo jogo do grêmio.
Quero morrer tomando mate na frente de casa no final da tarde
Quero morrer acreditando, gostando e sendo como eu sou, quero morrer com a sensação de que, finalmente, um dia as coisas deram certo!
->Encontrei esse texto nos meus arquivos. eu nem tinha blog ainda. ;P
mas eu ainda quero morrer vivendo.
Eu quero morrer achando que um sorriso cura todas as mágoas, e que escrever um texto organiza o cérebro.
Eu quero morrer tentando escrever um diário e nunca conseguindo escrever mais de três páginas.
Eu quero morrer pintando meu cabelo e dançando nas festas..
Eu quero morrer olhando para um dia de sol e pensando.. valeu a pena
Quero morrer quando tiver esse direito.
Eu quero morrer lutando comigo mesma pra fazer um regime decente e fazendo abdominais pra perder a barriga.
Eu quero morrer com um a abertura completa, e um mataborão dos deuses.
Eu quero morrer maquiada, pois não há modo mais feliz que morrer como um clown
Quero morrer cantando represent cuba e accidentally in Love no meio da casa perdidamente desafinada.
Quero morrer com meus problemas, achando que um choro vai aliviar a angústia e a depressão.
Quer morrer olhando o jardim e me sentindo feliz com apenas isso.
Quero morrer com uma irmã do lado cantando feito um rádio sem bateria e a outra imitando o personagem toy, inventado, claro.
Quero morrer ouvindo o Volnei cantar accidentally no auditório, e o Jeff tocando baixo ou violão, tanto faz, desde que ele esteja tocando.
Quero morrer com as novidades do Mauricio
Com as histórias da Ana
Com a vida fantasiosa levada com as pejotas e com as caminhadas pela cohaduque com a Isadora.
Quero morrer ouvindo minha mãe contar histórias e meu pai vendo jogo do grêmio.
Quero morrer tomando mate na frente de casa no final da tarde
Quero morrer acreditando, gostando e sendo como eu sou, quero morrer com a sensação de que, finalmente, um dia as coisas deram certo!
->Encontrei esse texto nos meus arquivos. eu nem tinha blog ainda. ;P
mas eu ainda quero morrer vivendo.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
relaax.
Let the rain fall,
I don't care!
\o/
Hoje eu estou me sentindo livre e relaxada.
:D
I want to break free!
Arrote um reefri!
UAHAUAHUAHAUHAUHAUAHAUHAUHAUAHUA
uhuuul.
heey, relax..
leve a vida simplesmente. ;)
I don't care!
\o/
Hoje eu estou me sentindo livre e relaxada.
:D
I want to break free!
Arrote um reefri!
UAHAUAHUAHAUHAUHAUAHAUHAUHAUAHUA
uhuuul.
heey, relax..
leve a vida simplesmente. ;)
sábado, 15 de agosto de 2009
Costureiro sábio.
Qual é desse destino?
Que cruza, descruza.. tece, emaranha fios de vidas distintas, apertando em um nó, desfazendo outros nós..
Quela é desse destino, que usa um coração de passagem pra outro poder pular em uma outra história.?
Qual é desse destino que tira da gente o que a gente mais gosta, dá outras coisas a gostar, muda nossa vida nos levando em um caminho que a gente mal sabe onde vai dar?
Qual é desse destino que nos coloca nos lugares errados nas horas erradas pra termos os resutados certos?
Qual é desse destino que segura uma respiração, um passo, nos faz olhar pro lado no momento exato pra termos os acontecimentos mais inusitados?
Qual é desse destino, nos levar em direção à felicidade, nos levar ao amor verdadeiro, nos levar à cidade certa, nos levar à morte.
Porque é desse mesmo destino que coloca a gente no mundo, que tira a gente do mundo.
No momento que a nossa vida acaba. Nada mais há depois, e cabe ao destino nos levar cada vez mais ao lugar em que tudo termina.
Qual é desse destino que fez eu levantar os olhos no momento certo, jogar o jogo certo, conversar com o cara certo?
Qual é desse destino que brinca com os meus sentidos, me fazendo cair no momento certo, passar ridículo no momento certo, descobrir o que não quero, no momento certo.
Qual é desse meu destino, que me leva sempre pra mais longe, que arranca a minha terra do que eu chamo de chão?
Que me leva além das fronteiras, dos rostos conhecidos, dos sorrisos iguais, confortantes.
Qual é desse destino que leva o chão que eu piso a chegar, cada dia mais perto, de ser o chão eu eu pisava.
Qual é desse destino que trocou a minha rua até me fazer chegar na rua certa, na cidade certa pra acontecerem as loucuras certas, que me levariam ao caminho certo?
E qual é desse destino, me deixar nessa dúvida.. "O que será que está no meu destino, o que vai mudar ainda?"
Qual é desse destino?
O que aguarda nesse lento e sábio costureiro, que vai cada dia unindo e transpassando os fios da minha louca e incessante vida?
Que cruza, descruza.. tece, emaranha fios de vidas distintas, apertando em um nó, desfazendo outros nós..
Quela é desse destino, que usa um coração de passagem pra outro poder pular em uma outra história.?
Qual é desse destino que tira da gente o que a gente mais gosta, dá outras coisas a gostar, muda nossa vida nos levando em um caminho que a gente mal sabe onde vai dar?
Qual é desse destino que nos coloca nos lugares errados nas horas erradas pra termos os resutados certos?
Qual é desse destino que segura uma respiração, um passo, nos faz olhar pro lado no momento exato pra termos os acontecimentos mais inusitados?
Qual é desse destino, nos levar em direção à felicidade, nos levar ao amor verdadeiro, nos levar à cidade certa, nos levar à morte.
Porque é desse mesmo destino que coloca a gente no mundo, que tira a gente do mundo.
No momento que a nossa vida acaba. Nada mais há depois, e cabe ao destino nos levar cada vez mais ao lugar em que tudo termina.
Qual é desse destino que fez eu levantar os olhos no momento certo, jogar o jogo certo, conversar com o cara certo?
Qual é desse destino que brinca com os meus sentidos, me fazendo cair no momento certo, passar ridículo no momento certo, descobrir o que não quero, no momento certo.
Qual é desse meu destino, que me leva sempre pra mais longe, que arranca a minha terra do que eu chamo de chão?
Que me leva além das fronteiras, dos rostos conhecidos, dos sorrisos iguais, confortantes.
Qual é desse destino que leva o chão que eu piso a chegar, cada dia mais perto, de ser o chão eu eu pisava.
Qual é desse destino que trocou a minha rua até me fazer chegar na rua certa, na cidade certa pra acontecerem as loucuras certas, que me levariam ao caminho certo?
E qual é desse destino, me deixar nessa dúvida.. "O que será que está no meu destino, o que vai mudar ainda?"
Qual é desse destino?
O que aguarda nesse lento e sábio costureiro, que vai cada dia unindo e transpassando os fios da minha louca e incessante vida?
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Diário de uma jogadora
Faltam 6 minutos pra um ataque chegar numa aldeia abandonada no tribalwars.
To sem recursos pra pesquisar cavalaria leve, quando tava conseguindo.. puff. tive que torrar os meus pra recuperar as tropas que tinha perdido atacando um player do meu lado.
Ah! finalmente OD.
Todos os caras que eu atacava estavam sem tropa!
--'
Bom, agora eu to mandando uns exploradores no filho da p*** que atacou a minha irmã.
Quem ele pensa que é?
humpft!
Ele vai ver com quem mecheu.
Uma coisa legal de ser fundadora é que no final de uma mensagem ameaçadora tu ainda impõe respeito, com um "Fundadora da tribo -PW-"
Minha conta do mundo 17 tá sofrendo no momento, dois indivíduos de mais de 17 milhões de pontos estão ao meu lado...
De que adianta ser uma fundadora, se vou ser dizimada?
Quanto mais eu cresço, mais perto fico de ser noblada.
Blééca.
Eu não ando sendo uma boa fundadora. Medo de dar opiniões. Não sei exatamente meus motivos.. Mas eu ultimamente ando me restringindo a ser uma fundadora legal que tenha tropas, pelo menos..
E ajudando a decidir coisas em que a tribo toda não leia o que eu acho.
Claro que eu to enfrentando esse meu medo de errar e falando, afinal nada é mais irritante do que ser a fundadora apagada. --'
Mesmo assim....
Há coisas em fundar uma tribo. Deveria ser idiota se preocupar realmente com uma coisa assim. É só um jogo. Não?
Na verdade quando entram outras pessoas, não. Diablo, em que eu posso simplesmente parar de jogar que não vai vir alguém me dizer.. "Moschoutis, tu tá inativa porque?" é mais fácil.
Mas não é tão bom.
Minha paixão por me relacionar com pessoas dá um tempero nas coisas.
Sabem que eu ando mudando minha percepção do jogo..
Tô percebendo que atacar pessoas é melhor que ser fazendeiro..
Ah sim, porque conquistar aldeias abandonadas e crescer com elas enjoa..
Eu descobri primeiro que gostava de defesa..
Apoiar, mecher com tropas pra MINHA defesa.
Isso foi no mundo 11. Quando vários jogadores tinham reservado minhas aldeias. Nunca me senti tão boa jogadora quanto naquela época.
A fase atacante despertou agora, no mundo 22.. quando eu descobri que atacar meus vizinhos e não deixar eles crescerem era uma coisa interessante, era uma coisa mais divertida. >)
Agora eu ando meio sádica. hehehe.
Eu não sei o que eu mais gosto no tribal ainda..
Vou jogando pra descobrir...
Só sei que esse jogo de navegador online da era medieval me trouxe muitas coisas...
Muitas coisas novas.
E pensar que eu entrei só pra me comunicar com meu ex namorado, que entrava mais no tribal do que no msn.. ;)
Só que eu sei que tá super presente hoje nessa vida pacata de pelotense, e que eu não consigo largar esse vício, nem quero. :D
\o/
To sem recursos pra pesquisar cavalaria leve, quando tava conseguindo.. puff. tive que torrar os meus pra recuperar as tropas que tinha perdido atacando um player do meu lado.
Ah! finalmente OD.
Todos os caras que eu atacava estavam sem tropa!
--'
Bom, agora eu to mandando uns exploradores no filho da p*** que atacou a minha irmã.
Quem ele pensa que é?
humpft!
Ele vai ver com quem mecheu.
Uma coisa legal de ser fundadora é que no final de uma mensagem ameaçadora tu ainda impõe respeito, com um "Fundadora da tribo -PW-"
Minha conta do mundo 17 tá sofrendo no momento, dois indivíduos de mais de 17 milhões de pontos estão ao meu lado...
De que adianta ser uma fundadora, se vou ser dizimada?
Quanto mais eu cresço, mais perto fico de ser noblada.
Blééca.
Eu não ando sendo uma boa fundadora. Medo de dar opiniões. Não sei exatamente meus motivos.. Mas eu ultimamente ando me restringindo a ser uma fundadora legal que tenha tropas, pelo menos..
E ajudando a decidir coisas em que a tribo toda não leia o que eu acho.
Claro que eu to enfrentando esse meu medo de errar e falando, afinal nada é mais irritante do que ser a fundadora apagada. --'
Mesmo assim....
Há coisas em fundar uma tribo. Deveria ser idiota se preocupar realmente com uma coisa assim. É só um jogo. Não?
Na verdade quando entram outras pessoas, não. Diablo, em que eu posso simplesmente parar de jogar que não vai vir alguém me dizer.. "Moschoutis, tu tá inativa porque?" é mais fácil.
Mas não é tão bom.
Minha paixão por me relacionar com pessoas dá um tempero nas coisas.
Sabem que eu ando mudando minha percepção do jogo..
Tô percebendo que atacar pessoas é melhor que ser fazendeiro..
Ah sim, porque conquistar aldeias abandonadas e crescer com elas enjoa..
Eu descobri primeiro que gostava de defesa..
Apoiar, mecher com tropas pra MINHA defesa.
Isso foi no mundo 11. Quando vários jogadores tinham reservado minhas aldeias. Nunca me senti tão boa jogadora quanto naquela época.
A fase atacante despertou agora, no mundo 22.. quando eu descobri que atacar meus vizinhos e não deixar eles crescerem era uma coisa interessante, era uma coisa mais divertida. >)
Agora eu ando meio sádica. hehehe.
Eu não sei o que eu mais gosto no tribal ainda..
Vou jogando pra descobrir...
Só sei que esse jogo de navegador online da era medieval me trouxe muitas coisas...
Muitas coisas novas.
E pensar que eu entrei só pra me comunicar com meu ex namorado, que entrava mais no tribal do que no msn.. ;)
Só que eu sei que tá super presente hoje nessa vida pacata de pelotense, e que eu não consigo largar esse vício, nem quero. :D
\o/
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Sutilmente.
"Mesmo que o mundo acabe enfim
Dentro de tudo que cabe em ti..."
Heey, quando eu estiver triste, simplesmente me abrace. =)
Que confusão. :S
Dentro de tudo que cabe em ti..."
Heey, quando eu estiver triste, simplesmente me abrace. =)
Que confusão. :S
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